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Instrução Rotária |
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ASSEMBLÉIA DISTRITAL Do livro ABC DO ROTARY, de Cliff Dochterman
Tendo em vista a rotatividade que acontece anualmente na liderança rotária, são necessários esforços especiais para assegurar que todos os líderes de clubes recebam treinamento apropriado para a realização daquelas tarefas que passarão a ser de sua responsabilidade. A assembléia distrital, realizada uma vez por ano, é o mais importante evento de treinamento de líderes de cada um dos distritos rotários espalhados pelo mundo. A Assembléia Distrital oferece motivação, inspiração, informação rotária e novas idéias para os dirigentes, diretores e presidentes de importantes comissões distritais de cada clube. Alguns dos mais experientes líderes distritais conduzem discussões informativas a respeito de todas as fases da administração rotária e dos projetos de prestação de serviços. A Assembléia oferece a todos os seus participantes valiosas idéias para que estes tornem seus clubes mais eficientes e interessantes. Geralmente, entre oito e dez representantes de cada clube são convidados a participar desta sessão de treinamento. Outro ponto importante da Assembléia Distrital é a analise, pelo governador de distrito entrante, do lema e das ênfases escolhidas pelo futuro presidente de RI. Os objetivos e metas dos distritos são também descritos e planos são elaborados para a implementação dos mesmos. O sucesso de cada Rotary Club é freqüentemente determinado por sua total representação e por uma participação ativa na Assembléia Distrital.
ESCOLHA DOS DIRIGENTES DO CLUBE Do Manual de Procedimento – edição de 2001 – pagina 04
Em benefício do próprio clube, recomenda-se observar o princípio de rodízio nos cargos, inclusive para os membros do conselho diretor e presidentes das comissões, assim como para os cargos de presidente e secretário, para evitar que esses dirigentes sucedam a si mesmos indefinidamente. Não se deve encorajar os dirigentes do clube a permanecer nos cargos durante dois anos consecutivos. Há, entretanto, circunstâncias especiais que justificam, com vantagens para o clube, e eleição de um dirigente para um segundo ano consecutivo, ou então a reeleição de um ex-dirigente após certo intervalo de tempo.
FUNDAÇÃO ROTÁRIA Do Manual de Procedimento – edição de 2001 – página 157
A Fundação Rotária do Rotary International, à qual se referem os dispositivos do artigo XII dos estatutos do RI e artigo XXI do regimento interno do RI, foi criada em 1917 como um fundo de dotações. Na convenção de 1928 foi-lhe dado o nome de Fundação Rotária. Em 1931 foi organizada como um fideicomisso e, em 1983, ficou estabelecida como uma fundação sem fins lucrativos de acordo com as leis do estado de Illinois, EUA. Na forma prevista pelo ato de incorporação e regimento interno da Fundação Rotária, as operações dessa entidade deverão ser direcionadas por seus curadores exclusivamente a causas educacionais e humanitárias.
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Relações Públicas para atrair novos sócios Manual de Procedimento – edição 2001 – página 17
As relações públicas são de máxima importância para trazer novos sócios ao Rotary e manter os sócios atuais. Seu valor deve continuar a ser enfatizado aos Rotary Clubs e, em particular, às comissões de desenvolvimento do quadro social.
Os Rotary Clubs devem:
1) utilizar relações públicas para tornar o Rotary mais atraente a um número crescente de jovens que ocupam posições de responsabilidade no comércio e no campo profissional;
2) divulgar programações semanais apropriadas do cube que demonstrem a importância do Objetivo do Rotary;
3) adotar atividades que tenham um enfoque bem claro, como meio de causar maior impacto na área de relações públicas.
Objetivo das relações públicas do Rotary Manual de Procedimento – edição 2001 – página 18
O objetivo do programa de relações públicas do Rotary é promover o correto entendimento, o apreço e o apoio à Missão e programas do Rotary entre o público em geral, assim como aprimorar a imagem do Rotary no mundo inteiro. Para que o Rotary possa alcançar suas metas e ampliar os serviços que presta à humanidade, seu programa de relações públicas deve conscientizar todos os rotarianos de que boa publicidade, relações públicas favoráveis e uma imagem positiva são as metas desejáveis e essenciais.
Responsabilidade do rotariano em relações públicas Manual de Procedimento – edição 2001 – página 18
Espera-se que todo rotariano esteja bem informado sobre a Missão do Rotary e sobre os programas e atividades da organização, e que procure oportunidades para fomentar as metas e as realizações do Rotary por meio de contatos pessoais, comerciais e profissionais. Os rotarianos são incentivados a informar as respectivas comunidades sobre as atividades de seus clubes, com o objetivo de estimular o crescimento do Rotary e ampliar o potencial de prestação de serviços da organização.
Relações Públicas desfavoráveis Manual de Procedimento – edição 2001 – página 19
Se a opinião desfavorável for causada por falta de compreensão dos objetivos e das atividades do Rotary, o clube deve enfrentar essas incompreensões com um trabalho bem dirigido de informações públicas e de relações com a comunidade e, quando apropriado, fortalecer seu programa de prestação de serviço. Se surgir alguma condição ou problema que possa afetar outros clubes ou o Rotary International, o clube deve informar o governador de distrito o mais cedo possível para que haja um esforço coletivo para enfrentar o problema. Cabe ao governador de distrito a responsabilidade de orientar e ajudar os clubes na prevenção ou solução de problemas locais de relações publicas. O secretário geral auxiliará os governadores e os clubes, mantendo o presidente e o conselho diretor do RI informados, destacando aqueles problemas que exijam sua atenção.
AGUÇANDO NOSSO COMPROMISSO COM OS SERVIÇOS PROFISSIONAIS NO ROTARY
Todos sabemos que o Rotary é, essencialmente, uma associação de profissionais. Que, a genialidade de Paul Harris ao concebê-lo, foi procurar reunir pessoas dedicadas a atividades distintas, com outro enfoque das associações gremiais onde os assuntos a elas pertinentes dizem respeito, principalmente, aos interesses corporativos de seus membros.
No Rotary, a representação profissional tem um sentindo mais abrangente. Ela visa colocar homens e mulheres em contato permanente, através de reuniões semanais e de sua participação em projetos de prestação de serviços, estimulados pelo companheirismo, baseados numa dinâmica que aproveite talentos, disponibilidade de tempo e a vocação de seus membros para realizar ações voluntárias que melhorem as comunidades, promovam a paz e ajudem pessoas que deles necessitem.
Hoje em dia, embora estejamos assistindo ao incremento de certos estímulos dentro da nossa organização para que os serviços de caráter humanitário e educacionais recebam maior atenção, em face das reais carências do mundo, não podemos nos esquecer das origens do Rotary, dando justo e permanente relevo ao nosso comprometimento com as boas relações nos negócios e nas profissões, promovendo-as dentro e fora do clube.
Há os que questionam a pureza do Rotary nesse assunto. Mas, uma Instituição de sua importância no mundo moderno, não pode se conformar com os desvios de natureza ética que campeiam por aí. Até porque, o que nos atrai a nele permanecer é saber que como sócios dos Rotary Clubs nos constituímos no seu patrimônio moral, algo inestimável, que ganha força e confiabilidade pela conduta ilibada dos que aderiram ao seu ideário. A respeitabilidade que soubermos despertar é nosso maior tesouro.
A verdade é que estamos nos descurando um pouco em dar relevo adequado aos Serviços Profissionais na prática diária do Rotary. Já ouvi de muita gente que, se formos nos apegar estritamente aos ditames da ética em nossas relações de serviço e negócios, não conseguiremos sobreviver. Fala-se à boca pequena, que muitos exemplos de comportamento aético vêm de grandes empresas e de políticos aproveitadores. A noção de lucro "honesto se possível" ganha, ás vezes, tanta aceitação que muitos se desencorajam de atuar dentro das linhas de comportamento ético, um dos pilares de manutenção da confiabilidade indispensável em qualquer relação humana.
E o Rotary como fica nisso? Sem querer posar de supra-sumos dos bons costumes, mas conscientes que os caminhos da ética são os que têm que prevalecer, não podemos nos incluir no rol dos que buscam a "lei do Gerson" para justificar infrações nesse campo. Como homens e mulheres comuns, temos virtudes e defeitos, procurando estimular aqueles e atenuar estes últimos. Mas, o que é mais importante, é ganharmos consciência de que nossa condição de rotarianos nos leva a nos aprimorarmos sempre em nossas relações profissionais, recebendo dentro dos nossos próprios clubes as influências dos que procuram pautar suas vidas dentro dos limites da sã moral, do respeito mútuo e da sadia competição, magnificamente enunciada na "Prova Quádrupla".
O Presidente do RI, em 1921-22: Crawford C. McCullough, já naquele tempo, deixou-nos uma grande lição: “Se não tivermos os mesmos altos padrões de conduta em nossas relações profissionais e em nossas relações sociais, não seremos uma organização confiável. Se o próprio Rotary não refletir essa verdade, ele não perdurará”.
AUSÊNCIAS AUTORIZADAS Manual de Procedimento – edição 2001 – página 273
O sócio será dispensado de satisfazer os requisitos de freqüência quando:
01 - A ausência ocorrer em circunstâncias e condições aprovadas pelo conselho diretor do clube, pois esse conselho tem o direito de justificar as ausências que, a seu ver, ocorreram por motivos válidos. 02 - A soma da idade e do número de anos em que foi sócio de um ou mais clubes totalize pelo menos 85 anos e, além disso, houver notificado o secretário do clube por escrito de que deseja tal dispensa e o conselho diretor houver concordado. 03 - Qualquer sócio que estiver exercendo cargo como administrador do RI terá suas ausências justificadas. 04 - As ausências de qualquer sócio que puderem ser justificadas conforme os dispositivos da alínea 02 não constarão do registro de freqüência do clube, sendo que nem suas ausências nem seu comparecimento serão computados para esse fim.
Responsabilidade individual do rotariano Manual de Procedimento – edição 2001 – página 91
Espera-se que cada rotariano faça sua contribuição pessoal para a realização do ideal preconizado na quarta Avenida de Serviços, e seja um cidadão leal e servidor. Cada Rotariano, onde quer que resida, deve ajudar a formar uma opinião publica bem informada. Essa opinião afetará inevitavelmente a política governamental concernente à compreensão e boa vontade internacional para com todos os povos.
O rotariano de visão internacional: 1 - Vê além do patriotismo nacional e assume sua parcela de responsabilidade pela promoção da compreensão, boa vontade e paz internacional; 2 - Resiste a qualquer noção de superioridade nacional ou racional; 3 - Procura chegar a um acordo com os povos de outras nações com base nas suas similaridades e pontos de vista comuns; 4 - Defende a integridade da lei e da ordem para preservar o direito da pessoa, para que todos possam desfrutar a liberdade de pensamento, de expressão e de reunião, bem como a ausência de perseguição, agressão e medo; 5 - Apóia todas as medidas que visem melhorar os padrões de vida dos povos, compreendendo que a pobreza em qualquer lugar ameaça a prosperidade em todos os lugares; 6 - Defende os princípios da justiça para toda a humanidade, reconhecendo que são fundamentais e universais; 7 - Esforça-se sempre para promover a paz entre as nações estando disposto a fazer sacrifícios pessoas por esse ideal; 8 - Aceita e promove a aceitação das convicções das outras pessoas como um passo para a boa vontade internacional, reconhecendo que há certos padrões morais e espirituais básicos que, quando praticados, assegurarão uma vida mais nobre e mais completa.
Uso dos nomes “Rotary” e “rotariano” Manual de Procedimento – edição 2001 – página 182
O nome “ROTARY” normalmente diz respeito ao Rotary International mas também pode referir-se aos ideais e princípios da organização. O nome “ROTARY” pode ser empregado apenas para os usos aprovados nos documentos estatutários do RI ou conforme autorizado pelo conselho diretor do RI. Nenhum clube ou grupo de clubes deve adotar ou atuar sob qualquer outro nome a não ser aquele com o qual foi ou foram organizados em conformidade com os estatutos e regimento interno do RI.
O termo em inglês ROTARIAN (ROTARIANO) é empregado apenas para designar o sócio de um Rotary Club e no título da revista THE ROTARIAN. Os Rotary Clubs, distritos rotários e outras entidades rotárias não devem empregar a palavra “ROTARIAN” como parte do nome de suas publicações.
Requerimento de freqüência de 60% Manual de Procedimento – Edição 2001 – página 07
O Artigo VIII, seção 1, dos estatutos prescritos para o Rotary Club estipula que o rotariano será considerado presente à reunião ordinária de seu clube se estiver presente por pelo menos 60% da reunião ou for obrigado a se ausentar, de maneira inesperada, e posteriormente apresentar evidência satisfatória ao conselho diretor de tal fato ou recuperar a freqüência de maneira aceitável pelos supramencionados estatutos. O conselho diretor do RI observou que o zelo excessivo dos clubes em incentivar comparecimento a 100% das reuniões ordinárias pode intimidar sócios novos e potenciais, bem como ser fator de baixa de sócios. Sem acentuar excessivamente a presença em 100% das reuniões, incentiva-se os líderes do clube a enfatizar aos sócios novos e potenciais: 1 – o valor e a importância do comparecimento às reuniões; 2 – o requerimento de freqüência a 60% das reuniões; 3 – a importância para o clube e a comunidade da participação de todos os sócios nas atividades do clube. |
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